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Santuário da Vida dedica missa ao padre Ney Brasil Pereira

Fonte: http://arquifln.org.br/

 

O Santuário da Vida dedica a missa desta quarta-feira, 4, ao padre Ney Brasil Pereira. O sacerdote faleceu nesta manhã e pertencia a Arquidiocese de Florianópolis (SC). Padre Ney foi professor do Instituto Teológico de Santa Catarina e educou quase todos os padres do Estado. O sepultamento de seu corpo foi realizado no Cemitério Jardim da Paz, em Florianópolis.

Biografia

O padre da Arquidiocese, Ney Brasil Pereira, nasceu no dia 04 de dezembro de 1930, em São Francisco do Sul, no litoral norte de Santa Catarina, sendo batizado no dia 25 de dezembro de 1931, na Matriz da Paróquia daquela cidade, pelo Frei João Reinert, OFM.

Dos seis filhos de Antonio Pedro Pereira e Maria Tavares Silveira Pereira, Pe. Ney foi o quarto, sendo crismado aos cinco anos de idade, por Dom Pio Freitas, também em São Francisco do Sul. Mudou-se para a capital aos oito anos de idade.

Ainda na adolescência, Pe. Ney se tornou fluente em latim, grego e francês. Foi durante o colegial – que hoje equivale ao ensino médio – que o padre aprendeu esses idiomas e recebeu noções de inglês, italiano e alemão, já no seminário.

É considerado um exegeta, pelo domínio da interpretação minuciosa da Bíblia. Padre Ney é o único brasileiro na Pontifícia Comissão Bíblica, um grupo de 20 especialistas do mundo que se dedica ao estudo da Bíblia. A nomeação para a Comissão ocorreu em 2001. Ele pesquisou o tema “Bíblia e Moral”, proposto pelo então cardeal Josepf Ratzinger – hoje Papa emérito Bento XVI.

A partir do Concílio Vaticano II, em 1965, esta Comissão foi reformulada e desde a década de 70 é formada por um grupo de 20 especialistas em Bíblia de todo o mundo, que se reúne uma vez ao ano, no Vaticano (por cinco dias, na segunda semana após a Páscoa). O grupo se dedica a estudar algum tema proposto pela Congregação para a Doutrina da Fé.

- Foi ordenado diácono em 30 de outubro de 1955 e presbítero em 25 de fevereiro de 1956, em Roma. Em 1956 assumiu como coadjutor na Paróquia Santíssima Trindade, em Florianópolis.

No ano seguinte assumiu como professor no Seminário Menor Metropolitano, em Azambuja, Brusque, até 1970.

Em 1973 assumiu como professor no Instituto Teológico de Santa Catarina (ITESC), hoje Faculdade Católica de Santa Catarina (FACASC), em Florianópolis. Em março de 1974 assumiu como capelão do Complexo Penal de Florianópolis: Penitenciária Estadual, Cadeia Pública e Hospital de Custódia.

 

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